terça-feira, 6 de abril de 2010

Conquiste, Gabriela! - Pt. 1

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Quanta sorte. A estaca não acertou o coração. Eu posso me levantar, posso gritar e posso, graças a Deus, me vingar. Ora, essa é a vantagem de ser assim. Eu posso encontrar você pelo cheiro. Eu posso acabar com uma vida, dada por uma divindade, sem sentir arrependimento. Eu sou frio. Calculista. Seguro. Eu sou, eu posso, eu tenho...

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Quanto azar. Eu sinto... frio. O suor arrepia. Não quero mais suar. Meu corpo não sente dor, porém, mesmo com esse privilégio (que seria morrer sem dor) eu sinto medo. Eu não quero morrer, não outra vez. O fim, não... não pode ser.

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Enquanto o amor se torna corrupto, a dor se desconstrói sozinha e consegue ser, de menor efeito, do que o medo. O medo, que quase não existe mais, toma o trono, o castelo, as terras... tudo! Que os vassalos morram por mim, pois ainda os deixo viver, diz ele. Mas para você, o medo não é muita coisa. O medo é apenas... medo. Pode ser vencido. E foi vencido. Foi vencido por você quando resolveu se juntar a mim, nesta aventura louca e apaixonada. Eu te amo, do seu servo,

Enruick.

Um comentário:

  1. Qualquer medo é fácil ser vencido, quando há um objetivo, uma meta , um alvo a qual se deseja chegar . Quando se trata de você , fica fácil , fácil.

    nada a vê , mas tudo bem ;)

    te amo amor (L)

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