domingo, 25 de abril de 2010
Enterro
(...) e quando chegar o dia, que, inevitavelmente já chegou, perguntarei a mim mesma: porque fui tão egoísta, obsessiva, vingativa e possesiva? a tua benevolência e teu amor, pontos fortes daquele que tem carinho, não me alcançaram, por isso, me condeno a permanecer sozinha. (...) e quando morrer, estarei danada a passar a eternidade em baixo da terra. não a terra, terrena como ela é, nem a terra cristã, mas sim, a terra do meu coração. enterrar-me-ei sozinha, ali, por implicância e desobediencia a ti, ó senhor.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Conquiste, Gabriela! - Pt. 1
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Quanta sorte. A estaca não acertou o coração. Eu posso me levantar, posso gritar e posso, graças a Deus, me vingar. Ora, essa é a vantagem de ser assim. Eu posso encontrar você pelo cheiro. Eu posso acabar com uma vida, dada por uma divindade, sem sentir arrependimento. Eu sou frio. Calculista. Seguro. Eu sou, eu posso, eu tenho...
...
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Quanto azar. Eu sinto... frio. O suor arrepia. Não quero mais suar. Meu corpo não sente dor, porém, mesmo com esse privilégio (que seria morrer sem dor) eu sinto medo. Eu não quero morrer, não outra vez. O fim, não... não pode ser.
-
Enquanto o amor se torna corrupto, a dor se desconstrói sozinha e consegue ser, de menor efeito, do que o medo. O medo, que quase não existe mais, toma o trono, o castelo, as terras... tudo! Que os vassalos morram por mim, pois ainda os deixo viver, diz ele. Mas para você, o medo não é muita coisa. O medo é apenas... medo. Pode ser vencido. E foi vencido. Foi vencido por você quando resolveu se juntar a mim, nesta aventura louca e apaixonada. Eu te amo, do seu servo,
Enruick.
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Quanta sorte. A estaca não acertou o coração. Eu posso me levantar, posso gritar e posso, graças a Deus, me vingar. Ora, essa é a vantagem de ser assim. Eu posso encontrar você pelo cheiro. Eu posso acabar com uma vida, dada por uma divindade, sem sentir arrependimento. Eu sou frio. Calculista. Seguro. Eu sou, eu posso, eu tenho...
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Quanto azar. Eu sinto... frio. O suor arrepia. Não quero mais suar. Meu corpo não sente dor, porém, mesmo com esse privilégio (que seria morrer sem dor) eu sinto medo. Eu não quero morrer, não outra vez. O fim, não... não pode ser.
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Enquanto o amor se torna corrupto, a dor se desconstrói sozinha e consegue ser, de menor efeito, do que o medo. O medo, que quase não existe mais, toma o trono, o castelo, as terras... tudo! Que os vassalos morram por mim, pois ainda os deixo viver, diz ele. Mas para você, o medo não é muita coisa. O medo é apenas... medo. Pode ser vencido. E foi vencido. Foi vencido por você quando resolveu se juntar a mim, nesta aventura louca e apaixonada. Eu te amo, do seu servo,
Enruick.
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